Foi divulgado hoje o tema do filme Transformers 3: um remix da música “Iridescent”, do Linkin Park. Já é uma música da trilha sonora a que temos acesso! ![]()
Ouça for free no link: Some Kind of Awesome!
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Foi divulgado hoje o tema do filme Transformers 3: um remix da música “Iridescent”, do Linkin Park. Já é uma música da trilha sonora a que temos acesso! ![]()
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Postado por Rafael às 20:41 0 ouvidas
Marcadores: Linkin Park, Music News, Soundtrack
Para quem conhece a banda desde os idos dos anos 80, a notícia de que iriam lançar um disco em 2011 veio com um misto de medo e felicidade. Explico: em 2007 eles lançaram um disco, Red Carpet Massacre, o qual foi mediano. E quando se pensa em uma banda com 30 anos de história, vêm à mente os seus maiores sucessos, de forma que é mesmo difícil avaliar um disco novo sem comparar com aquilo que os fez famosos.
Por outro lado, é interessante ver o que músicos geniais – que, afinal de contas, deram ao mundo clássicos como Notorius, Save a Prayer e a minha favorita Ordinary World – conseguiriam fazer usando batidas, temas e tecnologia de hoje. O resultado, adianto, agradará aos fãs antigos da banda: batidas dance oriundas dos anos 80, um tanto repaginadas, empolgam os ouvidos mais experientes como os sucessos de antes também empolgavam. Agora, e o resto? Afinal, um disco não é feito apenas com batidas antigas…
Sucker Punch é um filme memorável. Muitos dirão que é pela sua ruindade. Entendo o argumento deles: cortes rápidos e ríspidos, cenas de ação com fundo musical forte pendendo para clipes não-oficiais, músicas em novas versões (com ou sem remake) e final didático. Porém, quem vê o filme por este ângulo acaba por perder um dos melhores filmes do ano e, sem dúvidas, o filme mais autoral (por razões até mesmo óbvias) do Zack Snyder.
Para quem acompanha o diretor de perto, já era de se esperar o que passaria na telona. A sua linguagem estética salta aos olhos – literalmente. Ele não precisa de tecnologia 3D para fazer o que muito filme com esta tecnologia não consegue: empolgar o espectador e brincar com os objetos flutuantes. Quando vi o trailer de Alice, do Tim Burton, eu me diverti mais com a tecnologia citada do que em todo o filme Avatar – não que ele seja ruim, apenas porque não faz uso inteligente do recurso que tem nas mãos.
O que quero dizer é que agora, com os óculos, o público está dentro do filme: a sensação de ver algo em 3D é que tudo parece estar acontecendo a centímetros de distância, logo os diretores precisam levar a plateia em consideração ao produzir seus longas. Sucker Punch ou melhor, Zack Snyder leva você a sério: os temas que os nerds gostam, um enredo bom mas com diálogos ruins (um tanto quanto esperável, até), meninas com pouca roupa e um visual arrebatador… tudo isso aliado a um personagem que é tão presente no filme que parece possuir um corpo: a trilha sonora.
Postado por Rafael às 00:36 3 ouvidas
Marcadores: 2011, Beatles, Björk, Crítica, Eurythmics, Jefferson Airplane, Pop, Soundtrack
Final de semana bastante morno de estreias, a animação Rio, do brasileiro Carlos Saldanha, abocanhará 1000 salas, tornando-se recordista em quantidade de salas. Sendo assim, fica difícil para os concorrentes mais blockbusters, os quais foram “chutados” para semana que vem (Pânico 4, por exemplo) ou para a seguinte (A Menina da Capa Vermelha). Em contrapartida, dois filmes europeus estreiam hoje também, porém em seletas salas de cinema. Uma pena…
Postado por Rafael às 08:00 0 ouvidas
Marcadores: Estréias da Semana, Giovanni Venosta, Jay Hawkins, Sérgio Mendes, Soundtrack, The Sonics

Huahuahauhaua. Criativo, não tão original e boas soluções pra fazer as rimas. (Afinal, canções populares precisam de rimas, pelo que podemos perceber no dia a dia, certo?
)
Postado por Rafael às 14:47 0 ouvidas
Marcadores: Piada Musical
Aldious é uma banda japonesa feminina de metal. Até aí, nada de mais, afinal não é a primeira. Porém, é peculiar nesse grupo que elas evidenciem, ao contrário de outras bandas, todo o seu lado feminino: as roupas, as luzes, os cabelos, a maquiagem.
As cinco integrantes investem-se de seu jeito menina – ao contrário do gênero femme fatale ou das masculinizações de outras mulheres – ou melhor dizendo girlish levando o glam a outro nível, mais pós-moderno digamos assim. Será o nascimento de um Glitter Metal???
Na continuação do post, assista ao teaser de uma música e encante-se (literalmente).
Hegel disse em sua “Estética” que quando a obra de arte chega até nós, ela não é e nem pode ser uma simples representação da natureza. Ela precisa causar algo em nós: uma identificação com o que somos, sentimos ou pensamos.
O vídeo abaixo representa um pouco essa ideia, porém modernizando-a: o foco da obra, além de causar identificação no ouvinte/espectador, é na criação do homem.
Enquanto ouvimos Bach, vemos que na verdade é uma bola batendo em uma engenhoca toda feita de madeira. Trocando em miúdos, é o Homem em completo estado de criação: pegando aquilo que existe à nossa volta e remodelando-o para causar efeitos artísticos. E viva o artifício! ![]()
Postado por Rafael às 14:26 0 ouvidas
Marcadores: Genial, Música 2.0