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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Soundtrack: “Iridescent” do Linkin Park em Transformers 3

 

Iron Man 3 MovieFoi divulgado hoje o tema do filme Transformers 3: um remix da música “Iridescent”, do Linkin Park. Já é uma música da trilha sonora a que temos acesso! Alegre

Ouça for free no link: Some Kind of Awesome!

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Crítica: Duran Duran–All You Need Is Now (2011)

 

Duran-Duran-All-You-Need-Is-Now-album-2011-CD

Para quem conhece a banda desde os idos dos anos 80, a notícia de que iriam lançar um disco em 2011 veio com um misto de medo e felicidade. Explico: em 2007 eles lançaram um disco, Red Carpet Massacre, o qual foi mediano. E quando se pensa em uma banda com 30 anos de história, vêm à mente os seus maiores sucessos, de forma que é mesmo difícil avaliar um disco novo sem comparar com aquilo que os fez famosos.

Por outro lado, é interessante ver o que músicos geniais – que, afinal de contas, deram ao mundo clássicos como Notorius, Save a Prayer e a minha favorita Ordinary World – conseguiriam fazer usando batidas, temas e tecnologia de hoje. O resultado, adianto, agradará aos fãs antigos da banda: batidas dance oriundas dos anos 80, um tanto repaginadas, empolgam os ouvidos mais experientes como os sucessos de antes também empolgavam. Agora, e o resto? Afinal, um disco não é feito apenas com batidas antigas…

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Crítica: Sucker Punch Soundtrack (2011)

 

Sucker-Punch-SoundtrackSucker Punch é um filme memorável. Muitos dirão que é pela sua ruindade. Entendo o argumento deles: cortes rápidos e ríspidos, cenas de ação com fundo musical forte pendendo para clipes não-oficiais, músicas em novas versões (com ou sem remake) e final didático. Porém, quem vê o filme por este ângulo acaba por perder um dos melhores filmes do ano e, sem dúvidas, o filme mais autoral (por razões até mesmo óbvias) do Zack Snyder.

Para quem acompanha o diretor de perto, já era de se esperar o que passaria na telona. A sua linguagem estética salta aos olhos – literalmente. Ele não precisa de tecnologia 3D para fazer o que muito filme com esta tecnologia não consegue: empolgar o espectador e brincar com os objetos flutuantes. Quando vi o trailer de Alice, do Tim Burton, eu me diverti mais com a tecnologia citada do que em todo o filme Avatar – não que ele seja ruim, apenas porque não faz uso inteligente do recurso que tem nas mãos.

O que quero dizer é que agora, com os óculos, o público está dentro do filme: a sensação de ver algo em 3D é que tudo parece estar acontecendo a centímetros de distância, logo os diretores precisam levar a plateia em consideração ao produzir seus longas. Sucker Punch ou melhor, Zack Snyder leva você a sério: os temas que os nerds gostam, um enredo bom mas com diálogos ruins (um tanto quanto esperável, até), meninas com pouca roupa e um visual arrebatador… tudo isso aliado a um personagem que é tão presente no filme que parece possuir um corpo: a trilha sonora.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Soundtrack: Estreias da Semana (08/04/2011)

rio-3D-2011-trailer

Final de semana bastante morno de estreias, a animação Rio, do brasileiro Carlos Saldanha, abocanhará 1000 salas, tornando-se recordista em quantidade de salas. Sendo assim, fica difícil para os concorrentes mais blockbusters, os quais foram “chutados” para semana que vem (Pânico 4, por exemplo) ou para a seguinte (A Menina da Capa Vermelha). Em contrapartida, dois filmes europeus estreiam hoje também, porém em seletas salas de cinema. Uma pena…

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Funk do Mortal Kombat

 

Mortal Kombat logo

Huahuahauhaua. Criativo, não tão original e boas soluções pra fazer as rimas. (Afinal, canções populares precisam de rimas, pelo que podemos perceber no dia a dia, certo? Alegre)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Aldious: metal feminino japonês

 

Aldious é uma banda japonesa feminina de metal. Até aí, nada de mais, afinal não é a primeira. Porém, é peculiar nesse grupo que elas evidenciem, ao contrário de outras bandas, todo o seu lado feminino: as roupas, as luzes, os cabelos, a maquiagem.

As cinco integrantes investem-se de seu jeito menina – ao contrário do gênero femme fatale ou das masculinizações de outras mulheres – ou melhor dizendo girlish levando o glam a outro nível, mais pós-moderno digamos assim. Será o nascimento de um Glitter Metal???

Na continuação do post, assista ao teaser de uma música e encante-se (literalmente).

Bach na floresta…

Hegel disse em sua “Estética” que quando a obra de arte chega até nós, ela não é e nem pode ser uma simples representação da natureza. Ela precisa causar algo em nós: uma identificação com o que somos, sentimos ou pensamos.

O vídeo abaixo representa um pouco essa ideia, porém modernizando-a: o foco da obra, além de causar identificação no ouvinte/espectador, é na criação do homem.

Enquanto ouvimos Bach, vemos que na verdade é uma bola batendo em uma engenhoca toda feita de madeira. Trocando em miúdos, é o Homem em completo estado de criação: pegando aquilo que existe à nossa volta e remodelando-o para causar efeitos artísticos. E viva o artifício! Alegre

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