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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O que o Rock In Rio NÃO Trará Parte 1

Rock-Rio-Eu-Vou-Ficar-em-CasaEstá é uma série de posts que mostrarão o lado esquecido (e não sombio) de alguns dos artistas mais aguardados do evento. Números músicais que eles não fazem mais (infelizmente!) ou mesmo apresentações ocasionais que deveriam se tornar constantes. Em suma, mostrarei aquilo pelo que você, caro leitor, NÃO deve esperar deste Rock In Rio (a não ser que um milagre aconteca e a Santidade interceda pelo bem dos seus ouvidos)! Alegre

Divirta-se!

Começaremos hoje com o Stevie Wonder, atração confirmada para a Quinta-Feira, dia 29/set/2011. Clique no link ao fim da postagem e continue ouvindo.

  • Mas, antes disso, se você curte Top 5, que tal ouvir um Top 5 especial de uma canção de r&b: People Get Ready?

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse e o Clube dos 27

amy_winehouse_oucaisto.blogspot.comHoje saiu uma notícia pela qual, de certa forma, muitos já esperavam (mas não queriam e não querem acreditar): Amy Winehouse morreu. Possivelmente, em decorrência do abuso de drogas – embora a causa da morte ainda não tenha sido oficializada, apenas podemos especular –, Amy entrou para a história da música como mais um talento corrompido pelas substâncias (i)lícitas que consumia.

Os dois discos lançados pela cantora inglesa, Frank (2003) e Back to Black (2007), ganharam interesse da mídia por conta de sua voz poderosa, cheia de sensualidade e feeling. Não à toa, foi comparada a Sarah Vaughan e Macy Gray.

Enfim, o mundo da música sentirá sua falta, assim como sentiu a falta de outros jovens talentos que morreram aos vinte e sete anos de idade. Clique no link ao fim da postagem e continue ouvindo uma singela homenagem a esse clube. Smiley piscando

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Top 5 Especial: The Ukulele Orchestra of Great Britain

The_Ukulele_Orchestra_of_Great_BritainComeçou com o The Who. Em 1975, com o disco “The Who By Numbers”, mais precisamente, a música “Red Blue and Grey” entrou para a história como a primeira música de rock composta com ukulele. Na verdade, mesmo antes disso, o grande músico do blues Taj Mahal já costumava compor com bajos e ukuleles e, como diz o Pete Townshend (guitarrista do The Who) nesta apresentação ao vivo, o Taj Mahal já tinha uma roupagem do rock.

Não importa. Dez anos depois do disco do The Who, um grupo se reúne e resolve criar uma orquestra em que todos os músicos utilizariam um ukulele. Alguns, serviriam de apoio, apelidado de “bass ukulele” (ukulele-baixo, traduzindo ao pé da letra). Outros, para solo. Porém, duas coisas eram importantes: que os cantores fizessem rodízio entre si e que eles se divertissem muito coverizando músicas.

Separei, abaixo, cinco vídeos que são com certeza apenas alguns dos melhores momentos desta incrível orquestra. São divertidos, alguns são sérios, mas percebe-se que através de cada cover está uma linha de pensamento artístico, talvez apenas no âmbito sentimental, talvez espiritual, não sei. Algo que você sente ao invés de entender racionalmente. Clique no link ao fim da postagem e continue ouvindo! Alegre

  • E caso curta covers que transcendem estilos musicais, dê uma ouvida no Top 5 Especial: Blue Rondo à lá Turk e veja o que artistas com diferentes formações estilísticas fizeram com o clássico do Dave Brubeck!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Top 5 Especial: Happy Birthday, Bob Dylan!

bob-dylan-oucaisto.blogspot.comBob Dylan é um dos nomes mais importantes da música dos séculos XX e XXI. Seu valor para a música é incalculável(1). Duvida? Em 2008, ele recebeu uma menção especial do Prêmio Pullitzer pelo seu “impacto pofundo na cultura Americana e na música popular, marcado por composições líricas de poder poético extraordinário” (2). Ele inventou o folk-rock. Ele é um dos artistas mais coverizados da história da música, sendo cantado por:

Caetano Veloso, Jimi Hendrix, Rita Lee, Rolling Stones, Pearl Jam, Elvis Presley, Dave Matthews, Neil Young, Bruce Springsteen, Guns n’ Roses, Joan Baez, Alanis Morissette, Stevie Wonder, Peter Paul & Mary, The Hollies, Bear McCreary, Candlemass, Ani Di Franco, John Mayer, The Byrds, Zé Ramalho, Eric Clapton, Grateful Dead, Eddie Vedder, Rod Stewart, Rebecca Ferguson, Adele, Billy Joel, Garth Brooks, Bryan Ferry, Bob Marley, Ramones, Nick Drake, Rage Against the Machine, Norah Jones, Susan Tedeschi, George Harrison, Jerry Garcia Band, Lou Reed, Joan Osborne, Van Morrison, Nina Simone, Sam Cooke, Patti Smith, The Band, Tracy Chapman, Jeff Beck, The White Stripes, Ritchie Havens, Manfred Mann, O. V. Wright, Johnny Cash & June Carter, Madeleine Peyroux, Them, P J Harvey, José Feliciano, Echo & The Bunnymen, Elvis Costello, Willie Nelson, Los Lobos, Joe Cocker, Cher, Shirley Caesar, Johnny Winter, Mountain, the 13th Floor Elevators, The Clash, U2, The Indigo Girls, Paul Weller, Frank Marino & Mahogany Rush, Stephen Stills, Nazareth, Marianne Faithfull, Stan Getz, Janis Joplin, My Chemical Romance, The Pretenders, Meat Loaf, the Black Crowes, Counting Crows, Natalie Cole, Sinnead O’Connor, UB40, Nancy Sinatra, Toto, Hole, The Animals, Roberta Flack, John Lee Hooker, Roger Waters, Avril Lavigne, Wyclef Jean, Issac Hayes, Duran Duran, Allman Brothers, Roger Taylor, Don McClean, Sheryl Crow, Phish, Robert Plant, Ron Wood, entre outros.

A lista é muito maior do que apresentei acima. E não levei em consideração a quantidade de “artistas de YouTube” que estão fazendo cover depois de cover do Bob. Apenas pelo resumo acima, percebe-se o leque diferenciado de artistas que a música do Bob Dylan englobou (sim, afinal, foi ela que chamou atenção para que esses artistas quisessem relê-la): de bandas dos anos 60, a artistas pop atuais, homens e mulheres, novatos e experientes, do blues ao reggae, do rap (a banda Mountain é um ótimo exemplo) ao country, das turnês mega-milionárias a shows intimistas, atravessando línguas, atravessando continentes, unindo tudo e todos sob a mesma liricidade, mas com melodias às vezes diferentes. A música do Dylan é universal, atemporal e cíclica: ele lançou em um disco de 1997 Make You Feel My Love e muito sucesso ela fez! É impressionante.

E hoje, dia 24 de maio, é seu aniversário. Hoje, ele completa 70 anos musicalmente bem vividos. Para celebrar, clique no link lá embaixo, no fim da postagem, e continue ouvindo uma seleção Top 5 de grandes músicas dele próprio. E aguarde pois em breve mais Top 5 Especiais virão, tendo como tema algumas das covers que homenagearam o mestre.

Fontes:

(1) All Music.

(2) Jornal britânico The Independent.

Covers Project: http://www.coversproject.com/artist/bob%20dylan/

Josh Jackson. 50 Best Bob Dylan Covers of All Time. http://www.pastemagazine.com/blogs/lists/2009/04/50-best-bob-dylan-covers-of-all-time.html

sábado, 21 de maio de 2011

Top 5: Temas de Filmes por Bandas de Rock

terminator2-exterminador-do-futuro-2-oucaisto.blogspot.comO cinema sempre se preocupou em passar emoções através de suas músicas temas. Nos primórdios, era comum valer-se de músicas clássicas (como as chamamos hoje em dia) para emoldurar as cenas. Mesmo nos cartoons isso era prática comum, como o hilário episódio de Tom & Jerry em que Tom é um pianista apresnetando-se com a Hungarian Rhapsody de Lizst ou o Pica-pau como barbeiro enquanto canta Fígaro.

Ao longo do tempo, porém, músicos foram fazendo filmes em cima de suas composições – ou eram contratados como atores e compositores ao mesmo tempo. Exemplos são os filmes dos Beatles e do Elvis Presley.

Posteriormente, compositores foram sendo contratados para criarem trilhas sonoras que tocariam ao longo do filme. Desta forma, alguns artistas emergiram (e ainda emergem) para o estrelato, mesmo sem ter o costume de lançar álbuns desvinculados de filmes. Entre eles, destaco Ennio Morricone (sobre quem já falei aqui), John Williams, Philip Glass e Hans Zimmer.

Contudo, não apenas “músicos de estúdio” talentosos fizeram fama neste mundo do soundtrack. Diversos artistas já consagrados deram o ar de sua graça compondo trilhas para filmes, como a Stayin’ Alive dos Bee Gees, I Will Always Love You da Whitney Houston ou We Don’t Need Another Hero, da Tina Turner.

No post de hoje, farei um curtíssimo Top 5 para homenagear bandas de Rock que conseguiram emplacar hits nesta área. Não levei em consideração casos como o da banda The Who com Tommy ou Pink Floyd com The Wall, pois estes filmes saíram dos discos homônimos. Somente fazem parte da lista bandas que criaram músicas para filmes, ou seja, tendo filmes em vista.

Clique no link abaixo e continue ouvindo! Alegre

sábado, 14 de maio de 2011

Top 5 Especial: Homenagem a Bob Marley

Bob_Marley_top_5_oucaisto.blogspot.comConforme eu disse ontem, no primeiro post sobre Bob Marley, é um completo absurdo que a música dele esteja perdendo força, esteja sendo, enfim, esquecida lá na Jamaica. Tentei provar na micro-análise, na “twit-análise”, de cinco de seus clássicos o motivo pelo qual ele deveria continuar vivo nos aparelhos de som, digitais ou não, mundo afora, e principalmente lá em Trenchtown e além.

Bom, como o mundo cultural age de formas oblíquas, muitos músicos fizeram homenagem ao rei do reggae ao longo dos anos, desde o início da década de 70 até hoje em dia (seu próprio filho é um exemplo de homenagem, podemos pensar). De tudo isso, separo abaixo as cinco mais interessantes versões de clássicos do jamaicano; cinco covers que fizeram sucesso (ou que deveriam tê-lo feito?) e jogaram seu nome ainda mais alto.

Importante ressaltar que apenas artistas de fora do mundo do reggae tiveram espaço nesta lista, não por questões preconceituais, apenas para mostrar o quão forte é a música do Bob Marley, mesmo quando fora de seu “habitat”. Smiley piscando

Se você se interessar por Top 5, dê uma olhada em outro Top 5 de homenagem: covers de Blue Rondo à La Turk, de Dave Brubeck. Continue ouvindo e encante-se com outras visões sobre a obra de Bob Marley!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Top 5 Especial: Homenagem a Bob Marley

Bob_Marley_top_5_oucaisto.blogspot.comConforme eu disse ontem, no primeiro post sobre Bob Marley, é um completo absurdo que a música dele esteja perdendo força, esteja sendo, enfim, esquecida lá na Jamaica. Tentei provar na micro-análise, na “twit-análise”, de cinco de seus clássicos o motivo pelo qual ele deveria continuar vivo nos aparelhos de som, digitais ou não, mundo afora, e principalmente lá em Trenchtown e além.

Bom, como o mundo cultural age de formas oblíquas, muitos músicos fizeram homenagem ao rei do reggae ao longo dos anos, desde o início da década de 70 até hoje em dia (seu próprio filho é um exemplo de homenagem, podemos pensar). De tudo isso, separo abaixo as cinco mais interessantes versões de clássicos do jamaicano; cinco covers que fizeram sucesso (ou que deveriam tê-lo feito?) e jogaram seu nome ainda mais alto.

Importante ressaltar que apenas artistas de fora do mundo do reggae tiveram espaço nesta lista, não por questões preconceituais, apenas para mostrar o quão forte é a música do Bob Marley, mesmo quando fora de seu “habitat”. Smiley piscando

Se você se interessar por Top 5, dê uma olhada em outro Top 5 de homenagem: covers de Blue Rondo à La Turk, de Dave Brubeck. Continue ouvindo e encante-se com outras visões sobre a obra de Bob Marley!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Top 5: Bob Marley

Bob_Marley_top_5_oucaisto.blogspot.comO músico jamaicano Bob Marley, considerado o "Rei do Reggae", com mais de 200 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, morreu em Miami no dia 11 de maio de 1981, 30 anos atrás, mas, apesar das homenagens em todo o mundo, seu legado perde força em seu próprio país.

Fonte: iG.

Se apenas olhássemos a figura política que Bob Marley representou já teríamos motivos mais do que suficientes para lamentar que sua música esteja perdendo força na Jamaica. A explosão do reggae – talvez até pudéssemos dizer “reggae de raiz” pelo fato de ter virado ponto de apoio, pedra fundamental para todo o estilo posterior a ele –, as características que deram forma ao estilo por décadas, a expressão lírica do mesmo ocorreram através e por Bob.

Uma figura periférica em um país igualmente periférico, ele fez com que o mundo se rendesse a sua balada. Cativante, sua música expressava desde problemas políticos, situação conturbada em que ainda vive o país, até romantismo singelo. A força de suas composições deram esperança a pessoas que, como ele, encontravam-se dispersas, afora do eixo cultural de lá (e daqui e do resto do planeta).

Robert Nesta Marley ainda simboliza o protesto, a emancipação e a liberdade para muita gente de diferentes crenças, inclusive jovens, que descobriram a música de um astro que nasceu em um país pobre que era ouvida pelos pais e avós.

Por tudo isso, dedico neste dia dois Top 5: este aqui com as músicas que mais se tornaram clássicas e o outro, em que posto as boas homenagens que lhe foram prestadas (em sua maioria postumamente). Clique e continue ouvindo. Smiley piscando

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Top 5 Covers: Something

 

beatles_-_something_-_a3_-_delux Composta por George Harrison e lançada em 1969 no clássico álbum Abbey Road, é a segunda música mais “coverizada” dos Beatles! Frank Sinatra chamou-a de “a melhor música de amor jamais escrita”. Figurou entre os Top 10 dos EUA e do Reino Unido na Billboard. Enfim, um clássico. Caso não esteja recordando, clique no vídeo abaixo para perceber que, sim, você com certeza conhece a melodia dela. Após o salto, um dos Top 5 mais difíceis de fazer!!!! São mais de 50 versões disponíveis no YouTube, só para se ter uma ideia. Mas apenas 5 figuram nesta lista. Aproveite e som na caixa!

0: Paul McCartney + Eric Clapton

Gostei do cavaquinho que o Paul usa. O arranjo ora é um pouco diferente, ora idêntico ao original. E o solo do Clapton, o solo do Clapton!!!!

sábado, 16 de outubro de 2010

Top 5 Covers Especial: Blue Rondo à Lá Turk

 

blue rondo a la turk Eu li em algum lugar, já não lembro onde (talvez no Allmusic ou no All About Jazz), que o jazz é o estilo musical mais tocado em elevadores, salas de estar, programas de TV, filmes, comerciais, ou seja, talvez o estilo mais usado pelas mídias, porém ao mesmo tempo é o que menos vende discos. Seus ouvintes formam um seleto nicho que abocanha tudo o que surge. Mesmo assim, há várias opções. Dentro em breve, falarei sobre um dos meus artistas favoritos e seu álbum deste ano, Pat Metheny.

De qualquer forma, eu estava almoçando e assistindo ao Video Show esta semana quando começou um quadro em que a Cissa Guimarães visitava a casa de Kadu Moliterno. Entrando no quarto de um dos seus filhos, surpreende o mesmo treinando uma música no teclado. Não precisei de muito tempo para reconhecê-la: Blue Rondo à lá Turk.

Intrigou-me que uma música cultuada do jazz aparecesse assim na telinha. Explicando melhor, acontece que essa música, quando composta (e lançada) em 1959 pelo jazzista Dave Brubeck (e seu quarteto), causou um certo impacto. Mesmo tendo um estilo à primeira vista dançante e de fácil apreensão por parte do ouvinte, ela possui um compasso anormal de 9/8! O ritmo que rege sua introdução é alucinado, quase que o pai do cultuado trance.

Foi aí que lembrei da frase lá de cima sobre o jazz: ele está em tudo, é citado/recriado/retocado/ reutilizado por todos, sempre. Alguns creditam, outros não. Então, resolvi pesquisar sobre a música em questão. E acabei decidindo falar sobre sua influência no mundo da música através de um Top 5 meio… hm… contextual. Clique no link ao fim da postagem e continue ouvindo! :)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Top 5 Covers: I Heard It Through the Grapevine

 

No dia de hoje, há exatamente quarenta e três anos,  foi lançada uma versão importante de uma das músicas mais a“coverizadas” de todos os tempos: I Heard It Through The Grapevine. Inicialmente gravada por Smokey Robinson (que já figurou em um Top 5 aqui!), o grupo Gladys Knight and the Pips acabou sendo aquele que a levou ao auge do sucesso, alcançando o segundo lugar nas paradas. Curiosamente, a música acabou por ser oficialmente atrelada ao cantor Marvin Gayer, cuja versão, embora gravada anteriormente à dos Gladys Knight, acabou sendo lançada pouco tempo depois da deles e serviu de modelo para tudo quanto é versão posterior. Inclusive foi a versão do Marvin que entrou para o Hall das 500 Greatest Songs of All Time. De qualquer forma, ela é um marco da Motown, sobre a qual voltarei a falar em breve. Fiquem ligados e continuem ouvindo após o salto! :)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Top 5: Músicas com Títulos Longos

Estava ouvindo o ótimo podcast do MúsicaNoBlog, quando alguém disse que “essa música deveria ir para a lista de músicas com títulos longos” ou algo assim. Comecei a pensar. Primeiro, tentei decidir o que é longo textualmente hoje em dia e concluí que aquilo que possui mais do que os 140 caracteres twítticos se encaixaria. Mas quantas músicas vocês conhecem que possuem mais do que 140 caracteres?

Enfim, desisti da ideia e recomecei a pensar nas minhas bandas favoritas e talz. Porém, fui precipitado, pois eu ACHEI músicas cujos títulos não poderiam ser digitados completamente no Twitter! :D De qualquer forma, aqui está um Top 5 inusitado, com alguns títulos que EU considero longos por serem maiores do que o padrão de 2-5 palavras, assim como títulos absurdamente longos, como o primeiro lugar. Espero que gostem! :)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Top 5: Sam Tsui e seus mashups incríveis

Mashup, a rigor, é a utilização de duas ou mais músicas – ou mesmo apenas trechos destas – criando uma nova música. Pode-se adicionar letras modificadas (ou realinhadas via copy and paste artístico), novo arranjo, novo som de fundo. Em crítica literária, chama-se pastiche. Ultimamente, muitos autores, músicos, DJs e cineastas utilizam desta ferramenta, como Quentin Tarantino, DJ Danger Mouse, Angela Carter e o artista deste post, Sam Tsui.

domingo, 26 de setembro de 2010

Top 5 Covers: All Along The Watchtower

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Música originalmente composta e gravada por Bob Dylan, ícone da música folk estadunidense, ela ganhou muita popularidade quando Jimi Hendrix a ‘coverizou’. Sua versão da música ao vivo no Festival da Ilha de Wright tornou-se quase um cult. Por acaso ouvindo uma de suas várias versões, resolvi pesquisar mais e apresento abaixo as 5 melhores covers dela.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Top 5 Músicas Pós-Término

 

Fale a verdade: desde que o homem inventou a escrita foram feitos milhares de poemas sobre amor impossível ou de perda da pessoa amada. Falando-se de música, então, talvez até o homo erectus tenha feito alguma batucada em prol disso. Falar sobre dor é comum – o que não é necessariamente ruim, pois existem milhares de músicas maravilhosas sobre o tema. Porém, mais interessante ainda é ver que estamos envoltos por uma onda enorme de músicas com tema no estilo “tá, terminamos, e daí?”

Algumas com levadas mais descontraídas, outras um pouco mais sérias e mesmo aquela música que nos anos 70 empolgou e liderou todo um movimento anti-choradeira, listo abaixo cinco músicas que você precisa ouvir para se divertir sobre um dos piores momentos na vida amorosa de alguém.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Top 5 Covers: Hey Joe

 

Erroneamente creditada a Jimi Hendrix, artista que morreu há 40 anos e 4 dias, a música não apenas foi composta antes que o guitarrista a imortalizasse; ela ainda teve versões folk e/ou rock de garagem! Portanto, imaginei que seria interessante listar algumas boas versões dessa música tão conhecida mundo afora.

domingo, 19 de setembro de 2010

Top 5 Covers: People Get Ready

theimpressions

People get ready
There's a train a-coming
You don't need no baggage
You just get on board
All you need is faith
To hear the diesels humming
Don't need no ticket
You just thank the Lord

- Curtis Mayfield, “People Get Ready”

Em 1965, a banda The Impressions lançou um single que acabou sendo escolhido pela revista RollingStone como uma das músicas mais importantes de todos os tempos: “People Get Ready”. O single entrou para a Billboard R&B em 3o. lugar. Composta por Curtis Mayfield, a música de forma bem sutil fala de redenção e perdão.

Tamanho sucesso abriu as portas para as covers. Diversos artistas coverizaram o sucesso da banda americana ao longo destas décadas. Ouvi muitos deles, infelizmente não todos, e selecionei abaixo aquelas versões que me pareceram as melhores, seja pela criatividade com que foi feita a releitura musical (como a número 5) ou pela junção de virtuosismos vocal com instrumental (como a número 1).

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